Tendências em mídias sociais para ficar de olho

Dificilmente fora desta lista, em 2016 o conteúdo terá maiores exigências porque os profissionais do mercado já começam a entender a necessidade de aliar a qualidade com a distribuição.

A qualidade diz respeito ao que é dito ou o que se espera expressar por meio da publicação. É permeada por alguns princípios que são essenciais para o seu sucesso: a aderência aos objetivos da marca, aos interesses dos públicos-alvo e da opinião pública e ao contexto social e econômico em que estão inseridos.

A distribuição é o que coloca o usuário da mídia social em contato com o conteúdo, de acordo com o que é determinado pela marca e pelos algoritmos das plataformas sociais. Em 2016, os anúncios terão foco cada vez maior por conta da diminuição do alcance e impressão orgânicos e também devido a  facilidade em monetizar os retornos em mídias sociais. Este foco maior nos anúncios pedirá conhecimento mais profundo dos públicos-alvo, já que o detalhamento das segmentações e sua assertividade serão, juntamente com o conteúdo de qualidade, essenciais para que haja sucesso nelas.

Além desses dois aspectos do conteúdo, também é essencial manter atenção em demais aspectos importantes: a plataforma a ser utilizada, o formato ideal, estratégia multicanal, apelos visual, sonoro e textual que gerem identificação e esforço de interação, etc.

É Mídia Social, mas não espalhe por aí

Ante a avalanche de plataformas sociais e do esforço das maiores delas em se manterem no mercado e com lucro, vemos uma tendência cada vez maior em tornar as plataformas em espaços publicitários que aliem a experiência social do usuário a produtos convenientes para as necessidades identificadas.

Além disso, já há maturidade suficiente no uso de redes sociais digitais e as relações travadas nelas atingiram tanta profundidade que a importância da segurança e do anonimato dos dados tornou-se de alta importância. É esperado que as plataformas ofereçam segurança e, em alguns casos, que os dados fiquem indisponíveis em segundos.

Para essas necessidades de privacidade em mídias sociais, surgiram espaços de compartilhamentos de informações com duração limitada e alertas em casos de cópias não autorizadas, lugares como o Snapchat, em que as pessoas se sentem seguras em registrar momentos pessoais e manter relações que valorizam menos as métricas de popularidade e mais as reações das pessoas dos grupos escolhidos.

Para as plataformas que não têm possibilidade de atingir este tipo de serviço, a dica é sempre manter claro para os usuários como será o uso dos dados deles, preferencialmente de forma que o usuário comum possa compreender a importância do compartilhamento de informações online.

As empresas, por sua vez, têm a oportunidade de agir criativamente, adaptando seu conteúdo e agindo em momentos oportunos para o aproveitamento total do potencial das plataformas “secretas”. Nestes casos, o sucesso reside em reconhecer a importância desses espaços para o seu público e, consequentemente, a importância e o impacto nas ações da marca.

Social Media, uma oferta que não se pode recusar

A necessidade de integrar os resultados do marketing aos demais retornos de investimentos das empresas já é antiga, entretanto parece ser negligenciada em alguns casos. A falta de histórico dessa prática no setor de marketing trabalha como empecilho para o desenvolvimento de metodologias de mensuração em consonância com as demais áreas e a companhia como um todo.

Pensando em mídias sociais, parece que a tarefa fica um pouco mais complicada já que a alegação principal é que as informações não são mensuráveis, que não é possível criar indicadores para relações, etc.

Como empresa especializada, a DP6 tem uma proposta mais direta: há empresas investindo e dados para serem analisados. O que falta para grande parte das companhias é apenas consolidação e organização dos dados para que se encaixem em uma lógica de análise e uma estrutura de KPIs, referências e pesos que representem com menor erro estatístico a realidade e retorno de investimentos.

Para alcançar tal patamar de retorno de resultado e análise dele, é necessária maturidade e histórico com organização de dados para que seja possível lidar com a realidade da própria empresa. A definição de metas e integração entre dados de diferentes áreas também é importante para que cada etapa do investimento e trabalho nas mídias sociais seja mapeado e levado em consideração na determinação da estrutura. Por fim, é necessário determinar a importância ou peso de cada etapa para que a relação com o retorno seja feita sobre cada etapa e cada esforço feito durante a ação, campanha ou estratégia.

Real Time Analytics, a tendência renovada

pós o ano da Copa do Mundo, diversas empresas divulgaram seus casos bem sucedidos envolvendo o marketing em tempo real. Como temos um 2016 marcado pela cautela financeira, dificilmente uma war room, como as salas de acompanhamento de dados em tempo real são chamadas, serão  elementos comuns nas empresas.

Mesmo com essa restrição, a necessidade do Real Time Analytics para acompanhamento dos resultados, correções de rumo e mensuração dos resultados das empresas ficou evidente em 2015 e continuará a ser usado neste ano, com estruturas mais enxutas e dados essenciais para o acompanhamento em tempo real em conjunto com análises que orientem não somente o operacional, mas também a estratégia da empresa.

Conteúdo, privacidade, resultados, rapidez. São palavras comuns no mercado de mídias sociais, mas que em 2016 serão essenciais para que as estratégias e trabalhos empresariais, das plataformas e dos analistas, tenham sucesso e contribuam para que o mercado cresça e amadureça.

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